terça-feira, outubro 20, 2009

Parte 5: Orientando o leitor

É incrível como um papel pode mudar toda a sua vida, ou pelo menos, uma parte dela.
Miúda e Raul tem vidas bem diferentes. Miúda é jornalista, mas não por que escolheu, mas sim por que era desejo de seu pai, que fora um grande escritor. Por que na verdade, o seu maior desejo era fazer culinária, o fato de poder inventar, inovar, ou simplesmente fazer uma comida, já lhe deixava em paz consigo mesma, quando estava isso nada poderia lhe abalar, aquilo lhe completava.
Já Raul era modelo, mas é pelo simples acaso do destino, um dia uma produtora o encontrou (não vou dizer como, não tem necessidade) e disse que a vida dele seria as passarelas, não sei dizer se era isso mesmo que ele queria, mas, o rapazinho tem talento. Não sei dizer ao certo quem ajudou mais, se foi o talento revelado ou a linda história de amor com a produtora. Mas por talento ou paixão pela produtora, foi que ele começou a ganhar muito dinheiro e fama.
Varias coisas aqui não precisam ser escritas.
Pois sabemos que o destino é tudo, ou pelo menos nessa história ele é um grande personagem, e tudo que já aconteceu e que vai acontecer é culpa dele, somente, dele.
E agora que vocês já conhecem todos os personagens, mãos a obra!

6 comentários:

Fay disse...

não diria "culpa", odeio bem essa palavra. mas de fato a vida é feita de escolhas. meu maior medo é de que as pessoas se arrependam, e no final, seja tarde demais... pq sempre chega em um momento onde é tarde demais, sempre. bjs.

Felicidade Clandestina. disse...

historinha delicinha*

amo.'

Vinicius Colares disse...

Míuda poderia escrever colunas de culinária em algum jprnal, aí uniria o útil ao agradavel! hehehehehehe

Érico Pena disse...

Oi Lua, agora sou seu seguidor tbém e estamos quites hehe... e vc pode até divulgar o seu blog em um dos tópicos da comunidade q criei! o endereço está no blog cinemeirosnews do qual vc tbém já seguidora :) entre lá e participe ok. Ah, parabéns pelo post, acho q vc tem vocação pra poetisa rsrs
Abração do cinemeiro Érico

Cabeça de Abóbora disse...

isso me fez pensar em como os artistas devem se sentir poderosos cada vez que criam um novo mundo.

Léu Ávila disse...

olá!
que bom que gostou!
as vezes eu acerto sabe :P

enfim, é minha história mais ou menos contada sabe :P

espero que volte sempre,espero ter tempo pra voltar sempre aqui (:

beijo bom